
Tava o pessoal no Cain Caffé, porque o Salta tá de férias a gozar os rendimentos, quando entrou o Cabana visivelmente chateado... «Atão pá???... que se passa?» perguntei eu. «Já viram a última do Amo-te Luso?... aquela sobre a censura dos iranianos??» disse ele. «Claro pá... fui eu que a escrevi!» disse eu e continuei «E depois, não me digas que alguém foi a correr para enfiar novamente uma carapuça que não era para ninguém do Luso... como de costume... da-se, que já não há paciência... tenho mesmo que pôr legendas na mer** dos posts!». «Não é isso pá... é que olhei para todo aqule azul da foto e lembrei-me: porque raio de razão se chama lápis azul á censura em Portugal?» perguntou o Cabana. «Ás tantas não havia guito para mais... sabes que no tempo do António de Santa Comba era tudo contadinho... não havia guito para campos de golf e coiso... quanto mais para escolher a côr do lápis...lololol» disse o Sereno a gozar. «Não havia guito para essas merdas, mas a Junta de Turismo tinha dinheiro para fazer folhetos a sério... e o Bussaco estava limpo e arranjado e as termas e o termalismo funcionavam porque o estado comparticipava os tratamentos, etc... tá visto que tinham de poupar na côr do lápis!» explicou o Horácio. «Mas porque é que o lápis não era verde, amarelo ou vermelho???... porque é que tinha de ser azul??..» insistiu o Sereno. «Na volta o Zandinga - que ainda era vivo nessa altura - deve ter feito uma profecia do género: Algures no tempo, será necessário esconder informação através do azul sobre o branco... lololol» disse o Sereno. «Só pode ser!...lololol» disse eu. «Já tou mesmo a ver que vocês tão é a falar de uma cena com apitos... dourados de preferência...» disse o Horácio. «Não tarda nada, tão a dizer que para resolver os problemas do CDL, basta ir buscar aquele guarda redes português á Roménia.... é só esquemas malucos, pá!» concluiu o Sereno, a gozar como é habitual.

Flatulência dos dinossauros pode ter causado sua extinção
(gentilmente roubado do Bem-dizer Penacova)
Há várias teorias sobre a causa da extinção repentina dos dinossauros. Algumas apontam a queda de um meteoro , outras culpam uma transformação brusca nas condições climáticas do planeta e há ainda aqueles que dizem que os dinossauros desapareceram da Terra por causa dos seus próprios gases intestinais. Segundo o jornal chinês Diário da Juventude de Pequim , que cita cientistas franceses anónimos , as flatulências dos dinossauros eram ricas em metano , um gás extremamente perigoso. O jornal afirma que "os animais , pesando entre 80 e 100 toneladas , devoravam em média entre 130 e 260 quilos de alimentos por dia. Eles deviam peidar sem parar". A teoria explica que há 100 milhões de anos a atmosfera do planeta foi fortemente danificada pelo acumular de metano , o que causou danos à camada de ozono e consequentemente a morte das plantas. Sem alimento , os dinossauros acabaram por morrer de fome , causada pela sua própria ventosidade.
.... Juro que ainda não percebi se isto era uma boca para alguns dinossauros do Luso... lololol

Mas o produto em catálogo encontra-se de momento esgotado!... é que gamaram o chasso ao Assam e ele não tem motorizada.... lololol

Falta de guito, imaginação ou educação???
Bota um clister que isso passa.....

Já agora aproveito para explicar que um silo é um depósito normalmente utilizado para armazenar cereais e não pancada. Prutantos... há que ter calma....
quanto ao relato
http://futsalnoluso.blogspot.com/2006/10/atltico-4-atmicos-3.html... ena pá... até parecia que tava outra vez a ver o jogo... máquina...

Como Novos:
Casacos á prova de bala com camuflado tipo «Bussaco is Beautiful»
Nota do fabricante: Bulletproof panel of this bulletproof jacket is made of UHMWPE UD Laminationswhich provides highest energy absorption and fastest shock wave dissipation.With high tenacity but low weight, now it applies in ballistic field widely. Youwill feel very comfortable when you put on our PE bulletproof jacket. On theother hand, it is no need for you to worry about your safety because thehighest protection level (without armor plate) meets NIJ standard 0101.04 IIIA.And protection level can be upgraded to NIJ standard 0101.04 III & IV byinserting 2 pieces of NIJ III & IV ceramic armor plates.
Yamaldfjfglhdfjda?... quantos queres???

«O meu pirilau é muito maior do que o vosso!» dizia o Cabana já com uma grande borracheira... «olha... faz-lhe bom proveito...lololol» dizia o Horácio. «Pois o meu é mais estilo enguia... ao mínimo sinal de perigo enfia-se logo na toca mais próxima!» dizia o Sereno a gozar como é habitual... «mais um bocado e andam prái a mostrar o pirilau uns aos outros como na escola primária...» disse eu. «Nem pensar nisso... mas se tiveres uma prima de confiança, podes sempre pedir-lhe para vir fazer o teste de qualidade!» dizia o Cabana já com algum despeito... «Olha que ainda notro dia a Marcolinda me dizia que isso era mais pequeno do que um tremoço..» disse o Horácio. «O quê????... essa granda cabra???... essa gaja que cheira a corrimento e a chulé a três metros de distância???... ai a pu**!!... isso é mentira... pura mentira!!!» disse o Cabana visivelmente despeitado. «E... não é para te chatear, mas a Felismina queixou-se de ter de recorrer a uma bomba de vácuo para isso ficar com uma dimensão aceitável...» rematou o Sereno
Pois é.. nestas coisas de pirilaus, o nosso é sempre superior ao dos outros... e cada um brinca com o seu... ainda bem que é assim...

Antes de mais gostava de explicar que sou completamente contra este tipo de herois... gajos de roupas justas... algumas de licra ou outras fibras apaneleiradas, não são definitivamente o tipo de herói que animava o imaginário da minha geração...O que é feito do Major Alvega, do Caribú ou do Tarzam?... será que as novas gerações vão ser educadas na constatação de que é preciso um ar «levemente» gay para se ser herói?... enfim... isto, já para não falar dos nomes e dos super-poderes de tão ignóbeis personagens... ao invés dos herois de carne e osso de outros tempos, capazes de nos transmitirem alguma lição para o futuro e de nos estimularem na possibilidade de os igualarmos, criaram-se herois de borracha, latex ou outra merda qualquer que estique, com nomes normalmente japoneses ou coisa que o valha... é mesmo do arco da velha...dassseee
Tudo isto para dizer que noutro dia, a minha pequenita Renata Vanessa estava quase a dormir quando me perguntou se eu conhecia o Zorro. «Qual Zorro???... aquele que anda sempre a enganar o Sargento Garcia e o Capitão Monastério... aquele que é um nobre californiano que passa a vida a defender aqueles que necessitam da sua ajuda... aqule que anda sempre a f*** os espanhóis???» perguntei eu. «Esse mesmo papá... esse mesmo!» disse ela e continuou »E ele também tem um blog?»...
... definitivamente, as novas gerações são mesmo diferentes... da-se...

Segundo uma prestigiada revista de ciências e biologia, parece que a introdução de pequenos roedores no Bussaco já deu os seus resultados.
Após o reaparecimento de águias e outras aves de rapina, eis que foram também detectados Bufos-Reais no Bussaco (ver site:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bufo-real )
A comunidade cientifica tem andado «em pulgas» com a possibilidade de os espécimes detectados serem sub-espécies do Bufo-Real - verdadeiras aves raras!... De entre as dezenas de nomes sugeridos, conseguiram já restringir o novo nome da espécie ás seguintes sugestões:
Bufus T. Angelus (pela sua parecença, em especial nas asas, com um anjinho)
Bufus C. Figueiredis (por gostar de poisar em zonas em que haja figueiras)
Bufus A. Felinus (Pela sua preserverança em hipnotizar os roedores com sons que não lembram nem ao menino Jesus)
e finalmente, mas não menos importante...
Bufos S. Quercus (Por fazer o ninho atrás da orelha e nas copas deste tipo de arvores)
Bufus N. Allegrus (Por sugestão de alguns estudiosos de última hora)
Esperam-se novidades para breve, entre a comunidade científica lusense!
FESTA DA MINI.....!!!!!
POIS É.... POIS....
DIZ QUE SIM!!!
Bamos lá pessoal...!!!... toca a arejar o pirilau...

Táva o pessoal no Salta, naquela mesita de onde dá para ver as gajas boas que tiram fotos junto dos garrafões, quando nos apercebemos da chegada do Sereno. Era a vez dele pagar... portanto lá estávamos... quietos que nem cordeirinhos e rigorosamente a horas. Mas... ao invés de saltar fora do carro e vir a correr ter connosco o Sereno deixou-se ficar dentro da viatura a virar e a revirar papeis!... de longe, até quase que apostavamos que eram mapas de estrada... «deve estar á procura da localização de uma casa de meninas nova!» disse o Horácio. «Nãããã.... ele sabe de cor todas as localizações... não precisa de mapas para isso...» respondi eu.
Entretanto, reparamos numa coisa curiosa... na traseira do carro estava um estranho adereço: uma enorme bobina de fio de nylon... algo como um carreto de pesca, mas muito maior... quilometros e quilometros de fio de pesca... «Cum carago!... será que o gajo vai tentar pescar nos Açores e deixar a cana na Figueira?» peguntou o Cabana com os olhos esbugalhados. «Bom... o melhor é mandar vir uma rodadazita que aquilo ainda tá para demorar!...» disse o Horácio. «Salta?!... dá aí três carlos alberto... pra variar...» disse eu.
Estavamos nós, atentos á chegada das prometidas bejecas quando chegou o Conde no seu todo terreno e estacionou á frente do Sereno. O Conde... de seu nome Don Camillo Gracchius Lactus... é um dos poucos detentores de títulos nobiliárquicos que habitam nesta terra. Senhor de bons hábitos, comuns exclusivamente aos ricos como, as férias em lugares exóticos, cigarrilhas da marca cohiba, relógios e roupa de marca, gastronomia que passe primeiro pela triagem da confraria da Benda Noba, carros todo-o-terreno e música editada exclusivamente nos USA, acompanha tudo isto com uma boa disposição contagiante... algumas vezes como estratégia para que a sua face não revele o que realmente lhe vai na alma... enfim... um verdadeiro gentleman... daqueles que já só se podem encontrar na Riviera Francesa em pleno Agosto. Tendo feito fortuna no milénio passado, goza agora os rendimentos e a herança na mais bela terra do Mundo: o Luso!... Afinal ainda há nobreza nesta terra!... E ainda bem que é assim.
Mas o Conde, que normalmente não se dá com a plebe frequentadora do Salta porque são uns tesos, tem uma característica invejavél: O seu sentido de orientação!... Fruto das inumeras viágens a países exóticos, e em especial á Amazónia, o Conde consegui reunir um enorme número de conhecimentos que lhe permitem movimentar-se sem correr o risco de se perder... Uma verdadeira vantagem nos tempos que correm!... toma...
Saltando do seu veículo, dirigiu-se ao Sereno, que prontamente o cumprimentou. Não conseguiamos ouvir a conversa... mas era certamente alguma coisa relacionada com alguma viágem em terrenos dificeis... Sacaram de vários mapas, que estenderam em cima do capot dianteiro do carro do Sereno e, de uma bússola e um compasso de navegação... começando então a fazer medições.
Entretanto, a nós, só nos ocorria a frase: «Mas o que é que aqueles car**** estão a preparar?»... «Salta?!... mais uma rodada sff!»... pensavamos e diziamos nós à vez...
Já deviamos ir na décima rodada, portanto a começar a correr alguns riscos de alucinação, quando os dois começaram a discutir alto e a gesticular... algo se passava... o Conde, enervado com alguma teimosia do Sereno, dirigiu-se ao carro e voltou com a sua famosa maleta Luivitton... Abriu-a e, perante os olhos maravilhados do Sereno, sacou de uns binóculos, um sextante de navegação, uma faca de mato e uma coisita que parecia um misto de telemóvel e calculadora made-in-china... Entregou os adereços ao Sereno, despediu-se acenando com o braço e apontando para os artefactos, como que alertando para a sua boa conservação. Pôs o seu veículo em marcha e arrancou no meio de uma grande núvem de fumo negro, típico daqueles que usam o referido veículo para subir coisas mais altas do que passeios... emfim... há classe que não se aprende... nasce com as pessoas...!
O Sereno lá ficou em frente ao carro, a acenar com um cinéfilo adeus (daqueles que só na série Norte-Sul se viram) ao seu benemérito mestre. Quando o cavaleiro, atingiu por fim o pôr do sol e desapareceu no horizonte, lá começou o Sereno a arrumar a tralha: 18 mapas, 3 livros sobre orientação e restantes adereços!... todo o banco de trás do carro ficou de repente atulhado com coisas... mas o Sereno parecia visivelmente satisfeito... isso é que era importante... quanto mais satisfeito mais rodadas pagava... ora lá está...
«Atão pá?!»... perguntei eu quando ele finalmente entrou no Salta. «Estás a preparar alguma expedição?» perguntou o Horácio. «Vais para África???» perguntou o Cabana.
Fazendo o seu habitual ar de gozo, olhou para nós com aquele desdém gozão, como quem pensa «perdoa-lhes pai!»... e ... rodopiando sobre os calcanhares, disse «Salta?!!!... É uma rodada geral para todo o pessoal que está no café!». «Eu também?!» perguntou o Salta. «Claro!!... lá porque é raro pagares uma rodada, não quer dizer que não sejas um gajo fixe!» respondeu o Sereno.
«Ó pá... diz lá qual é o motivo de tanta satisfação?» insistiu o Horácio. «Prontos... tá certo... eu confesso: vou finalmente conseguir fazer a travessia da Pampilhosa sem me perder!... aquilo é um verdadeiro dédalo!... estou neste momento em condições de afirmar que consigo ir a Coimbra e voltar sem me perder no labirinto da Pampilhosa!» disse o Sereno desta vez com um ar triunfante... mas grave.
Bem... o café inteiro, atirou-se ao chão á gargalhada... o barulho era tanto que apesar de serem apenas cinco da tarde, já havia gente preocupada que alguém chamasse a GNR por causa do ruido... O Salta até telefonou ao amigo do costume.. não fossem as coisas dar pró torto...
Vermelhos, com lágrimas nos olhos e dores de barriga de tanto rir, lá tivemos de perguntar... «Então é para isso que levas ali aquela guita toda!!!... ahhhhh!!!». «Claro!!!... fio de nylon do melhor!!... é para atar aqui na estátua do Emídio e permitir não me perder no labirinto da Pampilhosa... depois é só mudar o carreto para a parte da frente do carro e ir enrolando de volta para conseguir voltar a casa direitinho!» explicou o Sereno e continuou «... e mesmo que algum maroto me parta a guita, tenho aqui os adereços que o Conde me emprestou - incluindo o GPS... hoje aposto que consigo ir e voltar sem ir á Mealhada!... toma!».«Vê lá se no meio do Labirinto ainda dás de caras com o Minotauro!»... disse o Cabana a rir. « OS Minotauros... OS Minotauros... porque há mais do que um, pá... os gajos reproduzem-se comó caraças na Pampilhosa» concluiu o Horácio com o ar grave, de quem estava verdadeiramente preocupado com a breve, mas certa, epopeia do seu amigo...

... e mais uns milk shakes...
Parabéns, pá!
(cuidado com a osteoporose.... lolololol)


Só falta mesmo uma foto do Asdrubal.... LOLOLOLOL