segunda-feira, fevereiro 06, 2006

6 meses de bloggs... e nada???


Logo no início li um post no grama que dizia o seguinte:

«O Vaginismo, a Sodomia e o Felatio, by: PIDE-DGS

O Vaginismo cerebral, acto de contracção involuntário dos músculos cinzentos aliado à falta de lubrificação dos neurónios, é algo bem conhecido dos médicos da Bairrada como o «Lusencianismo» – Doença que tem altas probabilidades de afectar pessoas nascidas, criadas, crescidas ou que habitem no Luso. Manifesta-se por uma resistência eficaz à penetração de novas ideias no cérebro – noutras terras há quem lhe chame caduquice.

As formações vagineiformes dos cérebros lusenses sofrem particularmente com esta doença má... recorrendo com frequência a paleativos, pílulas, insónias, palavrões, cigarros e minis, quando alguma ideia nova lhes acerca o cérebro – algo como o medo/desejo subliminar que uma virgem tem de uma glande em riste.

No meio de tão apertadas grutas cerebrais, não é de admirar que não floresçam grandes ideias... até porque não cabem lá! E qual será a solução? – A sodomia cerebral.

Já o “Ti Zé Costa” dizia – “A menina monta ou quer que a monte?”. Como não entram num lado entram no outro... Se o vaginismo cerebral vos impede de terem orgasmos intelectuais porque não tentam a sodomia cerebral? Tem várias vantagens para quem sofre de vaginismo. Basta vaselina (não é preciso coçar nenhum grelo); O cheiro é sempre o mesmo (Com ideias limpas ou não); A cor varia (mas varia sempre dentro de tons marron); Termina sempre da mesma maneira («Ai carinho que me gustas mucho!»).

O ideal seria que não padecessem deste mal de veginismo cerebral: evitaria muitos sacrifícios e maus cheiros. Mas, para as mais pudicas mentes lusenses, aquelas que se pretendem iniciar nestas coisas dos orgasmos intelectuais, mas cujo vaginismo cerebral lhes afecta também outras partes do corpo (levando também à obstipação cerebral) proponho uma solução mais simples. Podem sempre iniciar-se na arte do felatio cerebral. «E como funciona?» – perguntam elas – É simples :

1 – Abrem a boca («é aconselhavél partir os dentes à mente aluna para que possa começar a aprendizagem» – in Manual de desenvolvimento cerebral – prof Xupaky– Universidade de Várzeas - 1991)

2 – É-lhes introduzido o tema fecundador («de preferência nem muito grande nem muito profundo numa primeira fase» – Idem)

3 – Apertam os lábios com força e dão à língua («acompanhando estes movimentos com um bascular do crâneo para agitar a massa cinzenta»– in 10 métodos para a agitação – João Fazmojá – Editorial Ausência – 1976)

4 – Aguardam o resultado da experiência («com insistência» – in Pré-Campanha Eleitoral para as Presidenciais – 2005)

5 – Engolem as ideias («como já deveriam à muito tempo estar habituadas» – Idem)

«Após as primeiras sessões começam estas ejaculadas ideias a lubrificar os parcos neurónois de um paciente de lusencianismo sendo progressivamente desnecessário recorrer – a menos que o solicitem – à sodomia cerebral!» diz o prof Xupaky. «As bufas e os puns intelectuais tornam-se menos frequentes e começam a surgir diminutos escorrimentos de ideias que aos poucos vão lubrificando as pequenas cavidades vigineiformes cerebais dos pacientes» afirma o mesmo autor.

«No final de alguns tratamentos, as melhorias saltam à vista – os pacientes já conseguem dizer mais de duas sílibas coerentes!» (Idem) – É nesta altura que o tratamento se torna perigoso… O paciente deixou de saber dizer só «Hu! Hu! Hu!» ou «Ah! Ah! Ah!» ou até «Ai! Ai! Ai!» para passar a saber dizer «Gostataste?» ou «Foi bom?» – «É o início da altura da insegurança!» in Paraquedismo para paraplégicos – Tem. Cor. Saltacerca – 2001

Nestas alturas é necessário a introdução de um tema «mui grosso e fuerte» (in Canal 18 – hoje) para que as beiças das cavidades vagineiformes possam ser devida e definitivamente alargadas. Há quem diga que dói muito. Há quem diga que não dói nada. Há até quem não saiba para que servem afinal as suas cavidades vagineiformes cerebrais.

Ajudem-nos a acabar com esta doença….

O vosso contributo é fundamental!

Ajude a LLCL (Liga de Luta Contra o Lusencianismo)!»


Salvo algumas raras excepções o gajo(a) estava errado(a)!!!! ... Não há Lusencianismo no Luso!... GRAÇAS A DEUS, MEU IRMÃO!!!...
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